Dicas e truques para a nossa casa A minha hortinha. Jardim na varanda. Reciclagem Ideias originais
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015
Candeeeiro de Cozinha

Olá Amigos.

Tenho andado muito ausente porque estive novamente muito doente.

Um pouco melhor. trago hoje um artigo/tutorial feito por minha filha Sónia.

Dou-lhe, pois, a palavra:

 
 
Um dos grandes problemas da minha casa é a humidade. Infelizmente as ligações eléctricas estão sempre a avariar-se. Lâmpadas de tecto? Um horror. Ligo a ficha e ouve-se um «PAK»! É uma lâmpada a explodir. Lá tenho eu que pegar num escadote para tratar de algum casquilho calcinado ou de fios derretidos ou então tenho que chamar alguém e isso leva dinheiro. 
Colocar um candeeiro na parede? Nááá, as paredes estão forradas a «cartão» (aquele material que os empreiteiros usam para isolar o som e ambientar a casa). Resultado? Os pregos não conseguem ficar nas paredes, estão sempre a cair.
Só posso improvisar Luz à base de candeeiros de pé. 
Então aparece outro problema: estes candeeiros são caros, não estão ao alcance de uma bolsa em tempos de crise. Por isso não tive outra escolha senão fazer um.
Fui então à procura de materiais. Encontrei, na loja Tiger, um cabide em forma de árvore, tal como este:


Extraído de: 

...só que o meu era verde-alface. E era o último da loja. Era baratucho, só custava 20 euros por isso valeu a pena. Em seguida fui à loja Casa comprar candelabros de velas em verga.

Em casa usei a embalagem de cartão do cabide para recortar ramos novos, que colei e acrescentei à árvore. Pintei tudo em preto, para ficar tudo com um ar uniforme e desenhei folhas com tinta verde. Usando as tomadas eléctricas e engenhocas certas, liguei a luz e o resultado foi este: 



  

Estão vendo aqueles passarinhos de papel? Foi a mamã que os fez. São Origami, batem as asinhas e tudo. Vá-se lá saber porquê nunca consegui aprender a fazê-los. Por mais que a minha mãe me ensine a fazê-los nunca consigo memorizar as etapas todas. Acabo sempre por pedir-lhe que me faça alguns. Não ficaram lindos?



...e pronto, espero que tenham gostado do meu improviso. Beijinhos a todos e até à próxima ideia nova.
 

 

 



publicado por Clara às 22:03
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Terça-feira, 6 de Maio de 2014
O primeiro melrinho já nasceu

Aqui está o anúncio pela voz da minha filha Sónia (fotografia também dela)

 

Venham ver, amigos! O primeirinho já nasceu! Verificámos que, durante todo o dia, a melrinha (a qual baptizámos com o nome «Ária») não saiu do seu posto. Os pedaçinhos de fruta já tinham desaparecido mas, como o seu voo matinal nunca mais acontecia, tinhamos medo de a afugentar para ir renovar a comidinha. Tanta imobilidade fez a mamã desconfiar de que os ovinhos estivessem quase a eclodir. Ao fim da tarde, resolvemos arriscar e ir devagarinho renovar a fruta. A Ária, assustadiça, voou logo. pusemos o pratinho no seu lugar e aproveitámos para dar uma olhadela rápida ao ninho. E foi assim que o encontrámos, ainda sem ter saído completamente da casca. Tive a tentação de colocar a câmara em modo de vídeo mas a mamã alertou-me (e com razão) que poderíamos demorar demasiado tempo. O bébé ficaria com frio e os outros poderiam não eclodir. Assim, temos que nos contentar com a fotografia. Cá fica o gaiato/a. Espero que gostem. A mamã já comeu uns baguinhos de fruta e já está a cuidar do seu pintainho. Beijinhos.




publicado por Clara às 19:23
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014
Filetes com sabor a Trópicos

 

Uma vez mais este é um post da minha filha Sónia que, um dia destes, será a verdadeira titular ( e única) deste blog, uma vez que eu o tenho abandonado (embora não por minha vontade). Mas como ela gosta de me ver feliz ajuda sempre que pode.

 

 

Filetes com sabor a Trópicos



Olá a todos. Cá vai mais um post muito colorido, saboroso e cheiroso! Desta vez é sobre uma receita culinária que a mamã recebeu num sonho. Eu não sei se a mamã vos contou, ela adora cozinhar e, às vezes, até sonha com receitas enquanto dorme. É o seu subconsciente a inventar comidinha! Este é mais um dos pratos que ela imaginou:


Filetes com sabor a Trópicos.


Ingredientes:


- Um ramo com ervas aromáticas contendo Coentros, Salsa, Mangericão, Hortelã, Tomilho, Funcho e Lucia-Lima. Não é obrigatório ter tudo, junte o que encontrar. Mas sabe melhor se todas estiverem juntas.

-Um limão.

- Peixe cortado em filetes ou filetes já previamente embalados.

-Um ou dois dentes de alho. Se não tiver, use em pó.

- Azeite.

-Caldo de marisco (dos Magi ou Knorr, por exemplo).

- Três ou 4 bananas (conforme o nº de pessoas que vão comer).

- Couscous.


Etapa 1:


Separe o ramos de ervas em duas partes, tal como se vê aqui:



Coloque num almofariz os dentes de alho, esmagados com um caldo de marisco. Neste caso usámos pó. Conte os filetes que quer usar na refeição.






Corte, em pedacinhos pequeninos, a primeira porção de ervas. Coloque essa porção no almofariz:




Junte o sumo de um limão e azeite:






Triture tudo no almofariz:


 

Etapa 2:


Corte as cascas de bananas pela metade e corte as bananas ao longo destas, em duas partes iguais:




Com a mistura do almofariz, pincele as bananas e leve-as a grelhar, até ficarem douradinhas:








Coloque a metade da bananinha já grelhada na metade da sua casca, tal como se vê aqui:





Etapa 3:


Agora os filetes. A minha mãe decidiu fazer as bananas primeiro que os filetes porque, se tivesse feito o contrário, estas teriam ficado a saber a peixe. 

Comece por barrar os filetes com o molho do almofariz:


 


Coloque os filetinhos a grelhar:




Enquanto o peixe grelha, faça um acompanhamento de couscous. A minha mãe resolveu juntar um pouco da mistura do almofariz na massa. Fica com um sabor maravilhoso!




...e eis o resultado!




Etapa 4 (empratamento):


Arranje uma travessa larga e coloque, como base, folhas de plantas tropicais (bananeira ou palmeira, etc...) e disponha as bananas e os filetes intercalados, com o resto das ervas em cima, guarnecidas de forma artística. Ponha ervas no couscous, também fica bonito...

As ervas também são para se comer frescas, juntamente com o resto da comida. Por exemplo, os coentros ficam bem com as bananas, o funcho fica maravilhoso com o peixe, só para dar alguns exemplos...




Eis a nossa refeição. Sirva com sumo de fruta doce (pêra ou pêssego ou manga...).




...e esta foi a bela mesa onde nós comemos. Isto sim, é que é qualidade de vida!!!




...e pronto. Espero que tenham gostado. Aconselho-vos, do fundo do coração, a experimentar. Vale mesmo a pena. As refeições feitas em sonhos são as melhores!!

 



publicado por Clara às 19:00
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Domingo, 27 de Abril de 2014
Melros na minha varanda

Tal como já disse no post anterior, outro artigo escrito por minha Filha.

 

 

 

Tudo começou quando reparámos que os nossos vasos apareciam com buracos. Não percebíamos porquê e voltámos a encher os vasos com terra. Ao fim de algum tempo os buracos desapareceram e, como estava a chover, não voltei à horta. Quando o sol voltou apercebemo-nos de que um dos vasos tinha galhos secos agarrados à terra, como se alguém os estivesse a colocar lá deliberadamente. Ao fim de alguns dias percebemos que era. Era um ninho:





Com o tempo apareceram os ovinhos:





São quatro ao todo, de um turquesa muito bonito:





Quem são os passarinhos que fizeram este ninho? Eu já os tinha visto, um cinzento-escuro e um preto. Procurei fotografias na net para tentar saber a que espécie eles pertencem (eu não percebo nada de aves). Fiquei, então a saber o que eram: são Melros.







O preto é o macho, o cinzento é a fêmea. Saquei estas fotografias da internet. 

 

Infelizmente tive muitas dificuldades em tirar eu mesma fotografias deles. É que os Melros são assustadiços e afastam-se ao mínimo som ou movimento. Assim que nos aproximávamos da porta da cozinha eles fugiam logo (e há o perigo de não voltarem, deixando os ovos do ninho abandonados). Por isso arranjei um estratagema: coloquei um espelho na cozinha, voltado para a horta para que pudesse apanhar o seu reflexo. Foi assim que consegui fotografá-los. As fotografias estão em zoom e nubladas (o espelho é um pouco baço). Eis a menina:





A cabeça é mais achatada e é cinzento-escura. Agora vem aí o menino, que é preto:





É maior que ela e mais cabeçudo. Isto foi o melhor que consegui arranjar.



Os papázinhos participaram ambos na construção do ninho e durante uns tempos revezaram-se, guardando a sua casinha. Por fim foi a vez da menina ficar no ninho a chocar os ovos. Agora já só vemos a mãe. Ela vai ficar 10 dias a chocá-los e depois iremos ver o papá a trazer comida para os filhotes. Estou ansiosa para que eles apareçam! O problema é que não nos podemos aproximar da horta nos próximos dias. Se o fizermos eles largam o ninho e nunca mais os vemos.



E pronto. Se tudo correr bem, poderemos tirar fotografias aos bébés, quando aparecerem. Mas isso só será possível ao fim de alguns dias. Beijinhos!

 

 



publicado por Clara às 12:35
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Novidades na Horta

Amigos, eu continuo a não estarmuito bem, assim, é a minha filha Sónia que escreve os dois posts que neste momento aqui deixo.

 

Já tenho coisas novas nos meus vasos!


Já viram as coisas lindas que estão a aparecer na minha horta e jardim? Há de tudo:

Lindas cenouras, doces e bem saborosas. Já viram como elas cresceram? Têm um sabor divino, nada que se compare com as dos supermercados!




Já tenho um pimento a aparecer no meu pimenteiro. Não é um amor?



 

...laranjinhas na minha laranjeira anã. Sabiam que dão para fazer sumo? São um bocado amargas e é preciso juntar açúcar mas o sumo fica muito bom:




...e já vêm aí azeitonas a caminho. Vejam só as flores. nunca provei as minhas azeitonas. Nem sei se são saborosas. De qualquer maneira nem sei prepará-las...




 ...e Segurelha! Já brotaram!



Quanto às minhas flores de jardim, apareceram estas pequenas maravilhas. Esta é uma planta que a minha tia trouxe da Holanda. Eis a primeira flor:




As flores do meu cacto da Páscoa:




...e tenho uma espécie de trigo selvagem num dos meus vasos. Será que isto dá para cozinhar?




Alguém é capaz de me dizer que espécie de planta é esta? Nunca lhe vejo as flores. Só vejo frutos a aparecer. Parece que não tem flores, o que é impossível, dado que é das flores que vêm os frutos. E já agora isto dá para comer?


Espero que tenham gostado
.


publicado por Clara às 12:29
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Quinta-feira, 20 de Março de 2014
Cesta de Pão
Amigas e Amigos, a minha mãe tem andado bastante adoentada e tem deixado este cantinho de que tanto gosta muito abandonado. Como eu sei que isso lhe provoca pena decidi escrever eu. Esta é uma receita inventada pela minha mãe  a partir de restos de comida.
Eis a receita:

Cesta de Pão



Se tiver restos de carne assada e alguns legumes frescos que sobraram no frigorífico, então só tem que ter estes ingredientes:

 - Um pão grande duro, daqueles que se usam para migas e açordas, como este aqui:



 

- Um pouco de chouriço ou linguiça cortada à rodelas.

 - 1 queijo-fresco.

 - Um ramo de Salsa.

 - Os restos que tiver de carne e legumes frescos.


Atenção: Este prato pode ser feito sem carne. Podem-se usar restos de refeições de legumes, etc...(este conselho é para os vegetarianos).


 Etapa 1 - Começar por cortar os legumes frescos:




Em seguida pique-os num processador de alimentos:




Coloque todos os legumes migados numa caçarola:




Pegue no chouriço e na carne assada (já picados) e junte tudo na  caçarola:




Pegue em salsa e queijo-fresco e corte em pedaços visíveis, sem picar inteiramente:




Coloque tudo na caçarola:




Coloque a caçarola no fogão e cozinhe esta mistura com azeite (3 ou 4 colheres de sopa). É importante que a mistura esteja cozinhada. De outro modo os legumes frescos vão ficar crus, algo que desagrada a muita gente. 


Etapa 2 - Agora o pão. Pegue nele e comece, com uma faca bem afiada ou de serrilha a cortá-lo à sua volta, como (1 terço acima, dois terços abaixo):







Pegue na caçarola com a mistura já cozinhada e coloque duas colheres de chá de vinha d`alhos. Se não tiver use alho, simplesmente, em pasta ou picado (duas colheres de chá, caso venha de um frasco; dois alhos cortados, caso seja fresco):




Misture muito bem. Em seguida pegue no pão e comece a tirar o miolo de dentro dele, colocando-o num recipiente ao lado:




Deite água no recipiente com a côdea e faça dessa côdea uma pasta.




Misture essa pasta com a mistura da caçarola e mexa bem. Em seguida coloque o conteúdo dentro das cascas de pão:




...não se esqueça de colocar na «tampinha».




Feche o pão (uma verdadeira cesta com comida lá dentro) e molhe toda a superfície.




Por quê molhá-la? porque vai para o forno e a água vai tornar o pão mais fofinho e estaladiço. Deixe-o no forno a uma temperatura moderada até ficar seco e fofinho. Eis o resultado:







Serve-se como refeição única, sem acompanhamento.

 



Quando sobra recheio:



...muitas vezes reparamos que, quando fazemos o recheio para qualquer coisa, sobra quase sempre um bocadinho. Que fazer com ele? Junte um ovo e duas chávenas de farinha à mistura que sobrou e faça croquetes, ou bolas ou pasteis (tipo pasteis de bacalhau) e guarde no congelador, para fritar em óleo mais tarde.




...e pronto, acabou-se o post. Espero que tenham gostado. Bijinhos e até à próxima!
Sónia


publicado por Clara às 16:45
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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013
Aproveitar Lâmpadas Fundidas

Este é um trabalho de minha filha Sónia que se inspirou no site Ateliê da Dona Netinha (http://ateliedonanetinha.blogspot.pt/)

 

 

Castiçal com lâmpadas fundidas.

    Aproveitar lâmpadas fundidas é uma forma de reciclar um objecto muito bonito (não sei se repararam mas as lâmpadas são, de facto, bonitas!).
    Mas este objecto também é muito versátil. Uma vez aberto ele dá para tudo: bolas de Natal, candeeiros a gás propano e até vasos de plantas!
    No meu caso criei um castiçal de mesa com pilhas de Lítio e luzes LED.
    Começarei este passo a passo com um link que explica como abrir uma lâmpada fundida. ATENCÃO: Abra só as fundidas, não as novas!    
    
http://home-boxer.blogspot.pt/2010/10/lampadas-making-off.html

    Eis o resultado depois de estar tudo pronto:

 


    Para fazer algo como isto são precisos  os seguintes materiais:



 
    1 – Cola potente.
    2 – Papel grosso ou cartolina.
    3 – Tintas para vidros (é opcional) e respectivo pincel.
    4 – Arame grosso que seja moldável mas firme.
    5 – Alicates de ponta curva e fina, para ajudar a moldar o castiçal.
    6 – Duas lâmpadas fundidas.

 



    7 – Uma lâmpada Led.
    8 – Uma pilha de Lítio (à venda no «Chinês» a 1 Euro): a pilha tem a seginte descrição: Lithium Cell; CR 1620; 3v; sc.
    9 – Arame fininho.
    10 – Fita isoladora.

     Etapa 1 – Abrir as lâmpadas (usar o link que recomendei)
    Etapa 2 – Pintar as lâmpadas. Quem não quiser pintar ignore esta fase. Pessoalmente acho mais artístico fazê-lo. Tente escolher clores claras, porque a LED tem que se ver a brilhar lá dentro. Decidi pintar o centro da lâmpada a dourado, para se poder ver melhor a luz.

 


    Etapa 3 – Fazer o Castiçal:
Use o arame grosso e molde-o para fazer um castiçal.
Há, no entanto, opções: use castiçais antigos (remova a parte das velas). Por isso, se não tiver jeito para trabalhos de mãos use a imaginação: candeeiros, candelabros e castiçais que já não lhe interessam mais, ramos, etc... podem ser usados como estrutura.
 



    Etapa 4 – Tratar da ligação Led: pegue     na lâmpadinha e enrole um aramezinho fino e mole em cada ponta. Não é nada difícil, ao contrário do que se pensa:
 


    Em seguida pegue na pilha e tente ver se a luz acende: um fio na parte de cima da pilha, outro em baixo. Se não acender vire a pilha e faça o mesmo de novo, assim:

 

        A LED acendeu? Pois bem passemos à
    
Etapa 5 – Colocar a LED na lâmpada. Pegue num pedaço de espuma pequeno (aparecem nas almofadas, colchões ou em avulso em drogarias). Também pode fazer com esponja de banho. Coloque os fios de forma atravessada dentro da espuma, assim:

 


    Agora aperte a espuma com força,


 
    e coloque a LED de cabeça para baixo para dentro da lâmpada vazia até as pontas ficarem de fora, assim:



 
    Em seguida tente colocar a pilha da mesma forma: um fio em cima outro em baixo. Se não acender, vire a pilha:

 

    Agora que já encontrou a posição certa, pegue numa fita isoladora preta e cole, deixando o fio de cima voltado para cima:


 
    Etapa 6 – Fazer uma tampinha para tapar a parte de cima da lâmpada:



 Pode usar tampinhas da garrafa ou fazer uma tampinha de cartolina, como eu fiz. Tente fazer um furinho na parte de cima, para o fio de cima poder passar:

 
    … colocam-se as lâmpadas no candelabro (com fio de arame) e, voilá, o resultado é este:
 










De dia:



Nota:
 
    Como se apaga a luz? Bem, é tudo uma questão de falta de contacto e de toque. Girem a tampinha ou ajustem e a LED liga ou desliga conforme o toque. Por isso convém que a tampinha não seja demasiado apertada, ela tem que ser justa mas capaz de girar de forma justa.

    E pronto, esta é a nossa reciclagem. Gostaram?

 

Sónia



publicado por Clara às 12:44
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Sábado, 2 de Novembro de 2013
Recuperar um cesto de roupa estragado

Antes de mais nada, devo pedir desculpa pela ausência. Foi mais  forte do que a minha vontade em vir escrever e em conviver desta forma com todos vós. Problemas de saúde graves, sobretudo da minha Mãe, impediram-nos, a meus fihos e a mim de passar por aqui. Estou mesmo em dívida com os autores de comentários bem simpáticos e queridos que só agora vi.

Agora que a minha Mãe já está um pouco mais estabilizada, tanto quanto alguém com 93 anos e as doenças que tem pode estar, conto já poder vir algumas vezes, passar por aqui com mais frequência.

 

Hoje, o pequeno artigo que aqui vos deixo é totalmente da autoria de minha filha Sónia: texto, fotos e, claro, o próprio trabalho em si.

 

Estou a postar eu porque ela ainda não sabe bem como fazer para postar tópicos novos, sem serem apenas comentários.

 

Eis então a contribuição da minha Sónia:

 

 

...E se o vosso cesto da roupa se estragar? Poucas coisas são tão feias quanto a visão da tampa de um cesto esfarelada ou desmontada.


Nesse caso precisamos de fitas coloridas (pode ser qualquer uma destas em baixo, linha ou corda e tesoura. Também pode ser qualquer tipo de fita ou faixa.


Fase 1 - Comece por pegar nas partes soltas e tente encaixá-las no cesto, como se vê aqui:



Com uma agulha e linha comece por atar e unir as peças, tal como se vê aqui:



O resultado, quando a tampa  já está atada:


Fase 2 - Pegue numa das fitas e corte um grande bocado. É preciso que ele seja grande (com vários metros) porque essa faixa irá dar a volta a toda a tampa do cesto. Coloque então uma ponta e faça um nó, tal como se vê aqui: 



Corte o excesso do nó. Com a ponta de uma tesoura de unhas (ou agulha, faca, etc...) comece por enfiar a faixa sempre no mesmo sentido (de fora para dentro). Na verdade vai enrolar a tira ao longo da borda. Porquê usar a ponta de uma tesoura? Porque as cerdas da tampa são irregulares. Às vezes são mais apertadas ou mais largas. A fita pode ter dificuldade em passar por espaços tão apertadinhos...


Enrole à volta do nó, tapando-o:


Enrole sempre de forma esticada, de maneira a que não fiquem espaços vazios:



Quando tiver chegado ao fim, vire a tampa do avesso. Pegue na fita, corte uns centímetros e cosa essa ponta com agulha e linha.


...eis o resultado:


Espero que tenham gostado!


publicado por Clara às 20:07
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Quarta-feira, 28 de Agosto de 2013
Três em Um

 

Já há bastante tempo que não trago uma receita daquelas que costumo inventar na hora e de que os meus filhos costumam ser os melhores e mais dedicados apreciadores.

 

Desta vez trago uma a que chamei Três em Um porque, no mesmo prato se podem encontrar legumes, proteínas (carne e ovos) e fruta., satisfazendo assim, ao mesmo tempo, três elementos básicos da pirâmide alimentar.

 

Além disso, tem a grande vantagem de ser mais uma forma de aproveitar restos de refeições.

 

Ingredientes:

 

Courgettes

 

Cascas de bananas

 

Ovos

 

Restos de refeições com carne, legumes, etc...

 

Pão ralado

 

Modo de preparação:

 

Corte as courgettes em sentido longitudinal e escave de forma a conseguir uma cavidade que será posteriormente preenchida com o recheio.

 

 

 

Pegue nos restos de refeição, num pouco de chouriço (caso goste) e triture tudo com o robot de cozinha. Junte o miolo que retirou das courgettes e triture de novo.

 

 

 

 

Juntam-se algumas ervas aromáticas: neste caso, um pouco de tomilho e de mangericão.

 

 

 

Faz-se um refogado com azeite, cebola e alho:

 

  

 

E envolve-se com ele a mistura que acabámos de fazer:

 

 

Disponha as metades de courgettes num tabuleiro de ir ao forno e recheie.

 

 

Pincele com gema de ovo e leve ao forno.

 

 

 

 

Retire do forno quando estiverem douradinhas.

 

 

Entretanto, vamos fazer o acompanhamento.

 

 

Descasque bananas e faça com elas um doce, um prato de fruta (misturada com outros frutos), um gelado, o que lhe apetecer. Reserve as cascas.

 

Estas cascas serão cortadas às tiras.

 

 

 

Passe por ovo batido, pão ralado e frite.

 

 

E eis o prato completo:

 

 

Bom apetite!



publicado por Clara às 21:29
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Sábado, 3 de Agosto de 2013
Mais espaço

Tenho andado muito afastada deste cantinho onde gosto tanto de vir conversar um pouco. Peço desculpas, problemas de saúde mantiveram-me afastada.

 

Lembram-se de eu dizer que gostava muito do jardinzinho que tinha feito na varanda virada a Sul e da hortinha criada na varanda virada a Norte, mas que estava a ficar rapidamente sem espaço?

Um dos desejos que eu tinha era de poder colocar uma cadeira ao fim do dia e ficar ali a apanhar um pouco de ar fresco e a ler no meio das minhas flores. Seria também muito útil para a minha Mãe que cada vez sai menos de casa mas também precisa de ar e de sol (que não seja em demasia, é claro!)

 

Pois bem, a verdadeira fada do espaço que é a minha filha Sónia, do pouco fez muito e conseguiu que, mesmo adquirindo uma nova roseira para o jardinzinho e novas semeaduras para a horta, houvesse espaço para a tal cadeira na varanda da frente e para nos deslocarmos sem tropeçar nos coentros e na salsa na varanda de trás.

 

Entretanto, as plantas têm crescido bem e algumas estão mesmo uum encanto.

 

DICAS: se não quiser ficar rapidamente sem algumas ervas e temperos e depois ter de ficar à espera de que novas plantas voltem a crescer, deixe as que tem crescerem suficientemente para  que os raminhos se tenham já bifurcado  (às vezes trifurcado) 3 ou 4 vezes. Depois, quando for colher, corte sempre a parte de cima de cada raminho, sempre acima de um nó de bifurcação, deixando pelo menos dois a desenvolverem-se. A planta, assim, não vai morrer e vai continuar a crescer e a desenvolver-se através dos raminhos que deixou.

 

Quanto às plantas que dão fruto, os tomateiros, os morangueiros, os pimenteiros, etc, quando os frutos estiverem maduros vá colhendo. Se a planta ficar demasiado pesada, deixará de produzir mais, mesmo que ainda esteja na altura de o fazer.

 

 

Mas vamos ver como estão?

 

Varanda da frente/mini-jardim

 

     

 

 

   

 

 

 

    

                                                    Saída para a varanda/Entrada para o mini-jardim

 

 

 

 

Varanda detrás-Horta

 

 

   

 

 

 

   

 

A  segunda foto a contar de cima  é de beldroegas, uma erva considerada daninha que cresce espontâneamente em certos campos mas invade completamente as culturas adjacentes, daí ser tão mal amada. Pertence à familia das Portulacas que tem várias espécies, a maioria das quais não comestível. São plantas ornamentais com flores lindíssimas.

Estas que tenho na varanda e que, como já disse, são muitas vezes consideradas daninhas, são da espécie Portulaca oleracea, com folhas carnudas e são excelentes para a saúde. No meu adorado Alentejo existem em grande quantidade e há até uma receita de sopa típica, que leva beldroegas e queijo de cabra e que eu, alentejana renegada nisto, detesto mas que os meus filhos adoram.

 Eu prefiro usá-las em normais sopas de legumes, em vez dos habituais espinafres ou grelos, e também é excelente em saladas. Também dá um excelente esparregado e arroz de beldroegas, uma delícia.

São muito ricas em ferro, potássio e possuem até ácido acetil salicílico, o princípio base da aspirina, pelo que são por vezes aconselhadas para aliviar dores de cabeça. Também ajudam a controlar diarreias e vómitos e restauram a flora intestinal.

Independentemente de tudo isso, são saborosas!!!

 Eu uso as minhas com aquele truque que já disse: deixei-as crescer muito e agora corto as partes superiores dos vários ramos, sempre acima de nós já em desenvolvimento. Uma semana depois voltam a estar em condições de dar outra sopa ou outra salada.

 

Bom proveito a todos!




Fotografias feitas por minha filha Sónia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Clara às 12:32
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